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Mostrando postagens de outubro, 2016

Direito à tristeza - parte 2

Hello darkness my old friend. Esse texto é uma versão editada de um texto que escrevi em 12 de agosto de 2015 que postei aqui. O texto cujo qual me refiro está nesse link  que cheguei a editar, removi 2 parágrafos, porém, ainda assim não me vi satisfeito. Acabei salvando e perdi o texto original. Não fui minimamente esperto para fazer uma cópia antes de editar e salvar. Então fiquei com dois textos editados. Eu sou bom em cometer erros. Então, o texto abaixo vai ser muito do texto anteriormente postado com alguns updates,  então... Olá personas... Pergunto... É possível alguém acordar todos os dias de bom humor? Digo... Levantar e estar feliz por mais um dia. Grato à Deus por mais um dia. Somos presenteados com mais um levantar e devemos agradecer por isso? Até onde me é permitido entristecer? Conheço gente que me dá esporro quando estou triste, já ouvi que meus motivos são ínfimos e que isso é egoismo meu. Mas afinal de contas, qual o limite da felicidade? É óbvio que sou gra...

Eu sou a pior pessoa que consigo ser.

Hello darkness, my old friend... Eu sou a pior pessoa que consigo ser. É simples entender.  Eu só reclamo. Faço questão de divulgar meus defeitos em sua totalidade ou algo próximo disso. Na rua, ando sempre muito sério. Educado, peço licença, dou 'bom dia', porém sem um sorriso no rosto. Afinal, sorrir pra que? Ou melhor, sorrir pra quem? Deviam agradecer-me por ser minimamente educado, afinal, diversos 'bons dias' são devidamente ignorados. Não faço questão de ser simpático. Aliás, não tenho motivos. Andando sempre muito rápido, comumente só. No almoço do trabalho costumo sair sozinho. Melhor assim, ninguém me perturba enquanto como e ouço minha música. Meu almoço tem boa companhia com Clarisse, Lost in Paradise… Indo pra casa, idem. Sozinho, vou vagando pelos cantos sob chuva ou sol, andando sempre olhando pro chão e rápido. No meu olhar trago um olhar sombrio, perdido e soturno. Buscando intimidar... Então, quem em sã consciência arriscaria sobrevoar entre nuvens car...

Cortes da vida.

Hello darkness, my old friend... A ideia do texto foi concebida ontem, digo, o estimulo foi esse final de semana desprezível e deprimente. Porém se o escrevesse ontem, seria pior. Se houve finais de semana em que fui um completo idiota e estupido, esses primeiros dias de outubro, mês das crianças, com certeza, seria top 5. Aliás, atitudes pueris no prelúdio do mês das crianças não parece ser mero simbolismo ou coincidência. Data de corte, tempo de corte, nota de corte... Corte... A palavra cortar, além de verbo, é um signo, estabelece limites e rupturas. Este ultimo pode suave como com um bisturi ou abrupto, violento, como com um canivete suíço inutilizável. Cortes podem moldar, afinal, essa sua camisa, seja ela de 10 ou 300 reais, sem cortes, seria apenas um saco de batatas, na mais otimista das hipóteses. Corte como ruptura é sempre algo dolorido. Cortar relações com alguém, com o passado, com a saudade, com o amor, com a vida... Não importa se com ou sem sangue. O sangue é mero lubr...