Outono - Seja bem vindo.
Outono, você não é minha estação preferida, porém lhe tenho grande apreço.
Nesse ano em particular, você tem um gosto nostálgico e triste.
Traz-me lembranças boas e a tristeza de que os dias bons foram breves.
Outono, eu te entendo.
As folhas vão ao chão.
As folhas ressecam e morrem.
Asfixiadas pelo próprio peso de simplesmente existir.
Fim trágico, porém nobre.
Sacrificadas por um bem maior.
Desde o nascimento, fadada ao fim desolador.
Para muitos, injusto.
Porém, assim, apenas cumprem sua missão.
Seus herdeiros receberão as devidas condolências.
As folhas fazem parte do processo.
Sua morte é a vida.
É paradoxal.
Porém, simples.
Na vida, talvez eu seja como a folha.
Tudo dor, talvez, seja apenas parte de algo maior.
As folhas sabem, desde o alfa, o ômega.
Mesmo assim, não perdem a beleza.
Vivem de aparência.
Pensando melhor, talvez eu seja como a árvore.
Que se mutila.
Que se maltrata.
Mas sobrevive.
Sobrevivência.
Mutilar-se vai além de um estilo de vida.
As vezes é necessário para sentir-se e permanecer vivo.
Sua raiz é imutável.
Fica intacta.
Não importando o inverno.
Não muda.
Mesmo que se corte.
Mesmo perdendo a beleza.
Mesmo sob o golpe do inverno.
Sua raiz não muda.
Seu verdadeiro eu é rígido.
Mesmo com o inverno de todo dia.
Mesmo me maltratando.
Mesmo maltratado.
Sobrevivo.
Sem mudar a essência.
Seja isso bom ou ruim.
Sinceramente, não sei dizer.
É outono.
Outono mexe com tudo.
Inclusive comigo.
Trimestre cheio de emoções.
De março a junho.
Muitas datas.
Chuvas...
Fantasmas...
Tristeza daquilo que vivi.
Tristeza pelos dias que se foram.
Saudades de tudo que não vivi.
Outono, teria motivos pra te odiar.
Porém, nunca odiei ninguém.
Você não será o primeiro.
Seja bem vindo.
Meu Facebook / Instagram / Twitter para quem quiser me adicionar e seguir.
See ya!!!!
Nesse ano em particular, você tem um gosto nostálgico e triste.
Traz-me lembranças boas e a tristeza de que os dias bons foram breves.
Outono, eu te entendo.
As folhas vão ao chão.
As folhas ressecam e morrem.
Asfixiadas pelo próprio peso de simplesmente existir.
Fim trágico, porém nobre.
Sacrificadas por um bem maior.
Desde o nascimento, fadada ao fim desolador.
Para muitos, injusto.
Porém, assim, apenas cumprem sua missão.
Seus herdeiros receberão as devidas condolências.
As folhas fazem parte do processo.
Sua morte é a vida.
É paradoxal.
Porém, simples.
Na vida, talvez eu seja como a folha.
Tudo dor, talvez, seja apenas parte de algo maior.
As folhas sabem, desde o alfa, o ômega.
Mesmo assim, não perdem a beleza.
Vivem de aparência.
Pensando melhor, talvez eu seja como a árvore.
Que se mutila.
Que se maltrata.
Mas sobrevive.
Sobrevivência.
Mutilar-se vai além de um estilo de vida.
As vezes é necessário para sentir-se e permanecer vivo.
Sua raiz é imutável.
Fica intacta.
Não importando o inverno.
Não muda.
Mesmo que se corte.
Mesmo perdendo a beleza.
Mesmo sob o golpe do inverno.
Sua raiz não muda.
Seu verdadeiro eu é rígido.
Mesmo com o inverno de todo dia.
Mesmo me maltratando.
Mesmo maltratado.
Sobrevivo.
Sem mudar a essência.
Seja isso bom ou ruim.
Sinceramente, não sei dizer.
É outono.
Outono mexe com tudo.
Inclusive comigo.
Trimestre cheio de emoções.
De março a junho.
Muitas datas.
Chuvas...
Fantasmas...
Tristeza daquilo que vivi.
Tristeza pelos dias que se foram.
Saudades de tudo que não vivi.
Outono, teria motivos pra te odiar.
Porém, nunca odiei ninguém.
Você não será o primeiro.
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