Relacionamento - Privacidade - Conceito de Unidade
Olá personas;
NADA É 100%
NADA É 100%
Quem acompanha o blog sabe que costumo linkar referências durante o texto, quando não músicas, links que direcionam para páginas que me serviram de referência e fonte de informação. Após a assinatura seguirá todos os links das referências bibliográficas. Não pretendo pôr na íntegra trechos retirados das referências, pretendo evitar, mas ocorrerá inevitavelmente.
Preocupar-se com a preservação da intimidade, do psique, do segredo pessoal, da vida privada, como individualidade próprias do homem não eram debatidos com afinco nos Tribunais e estudos jurídicos pelo menos até o Século XIX, sendo o Tribunal Civil do Sena, França, o primeiro órgão judicial a reconhecer a proteção da privacidade como atributo inerente ao ser humano.
O Brasil, em 1988 proveu garantias constitucionais à proteção da privacidade, estabelecendo que “são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurando o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrentes de sua violação” (art. 5º, inciso X).
A privacidade,de acordo com a Declaração Universal de Direitos do Homem e n Carta Magna de 1988, possui características como: de ser inato ao homem, indisponível, irrenunciável e imprescritível.
Privacidade, intimidade e vida privada... Quais são as suas diferenças? Vamos a Teoria das Esferas ou também conhecida como Teoria dos Círculos Concêntricos.
O que está fora do círculo, é o que encontra-se disponível tudo que está ao alcance da coletividade.
Na 'vida privada', encontra-se comportamentos e acontecimentos próprios da vida privada de um indivíduo que não se deseja que se tornem públicos, são de conhecimento do próprio indivíduo e das pessoas que convivem com o mesmo regularmente. Pode-se compreender que: "como espécie que integra o maior círculo concêntrico da privacidade, envolve os comportamentos e acontecimentos da pessoal e familiar do indivíduo que são do conhecimento do próprio indivíduo e das pessoas com quem convive regularmente."
No 'direito à intimidade' está tudo que é de conhecimento do próprio indivíduo e das pessoas cujas quais o indivíduo tem maior relação de confiança e intimidade. Pode-se compreender que:"como gênero das espécies vida privada e intimidade, consiste no direito fundamental de resguardar o indivíduo contra toda e qualquer violação da sua vida privada ou intimidade por terceiros (Estado e particulares), irradiando a presente proteção jurídica pelo ordenamento jurídico e vinculando entes públicos e privados."
Na 'intimidade genética' está tudo que é de conhecimento do próprio indivíduo e, excepcionalmente, de poucos amigos. Pode-se compreender que:"como espécie mais restrita da privacidade, consiste no pensamento, nas reflexões, nos segredos, nas angústias, nas déias, nas emoções que permeiam e pertencem ao indivíduo."
Privacidade, no cerne da palavra, sempre existiu, no entanto a partir do fim dos anos 80, privacidade tornou-se algo mais importante, valioso, virou moda, pois até então era muito comum a comunhão onde as portas não tinham trancas e todos dormiam próximos, onde os vizinhos sempre estavam um na casa do outro ou por comodismo, necessidade ou pela companhia mesmo. Hoje não é raro não conhecermos nossos vizinhos. Hoje não é raro encontrar adolescentes que se isolam fisicamente do mundo evitando contatos diretos com o exterior. Principalmente com a tecnologia, que nos a priori nos aproxima, mas na verdade, fisicamente, nos afasta. Ou você nunca viu amigos numa mesa onde todos estavam com seu celulares nas mãos conversando ou vendo fotos de terceiros que não estavam no local? Não viu? Se não estivesse olhando pro seu celular veria com certeza.
Intimidade e privacidade são conceitos individuais, quero dizer, cada um tem o seu entendimento de intimidade e privacidade. O que é individual e privado pra um não é para outro. Isso se deve "ao resultado da forma como a afetividade é estimulada, como é respeitada a sua autonomia e como a família lida com os limites do filho face aos pais e ao exterior." Não importa se o assunto é sexo ou qualquer outra coisa, cada um tem seu nível de intimidade e privacidade. Tarefa difícil é descobrir o nível do próximo. Tarefa muito mais difícil é respeitar esses limites. São muito difíceis, porém OBRIGATÓRIOS, simples assim, mesmo que não pareça.
Existem pessoas com problemas psicopatológicos e por isso tem dificuldade "na dissociação entre o ato sexual, a afetividade e a relação interpessoal. Subjacente está muitas das vezes o medo de entrega e problemas sérios de autoimagem e autoconfiança.".
Privacidade também interfere na autoestima. Por vezes, nos expomos por diversos motivos, mas também para alcançar reconhecimento social. Para pois tentar recuperar alguma autoestima perdida que com a ajuda do reconhecimento dos outros vai se reconstruindo. "Afinal, a nossa autoestima é também resultado de um processo interativo."
Não importa quem é você, de acordo com o livro Love is never enough (O amor nunca é suficiente) de Aaron Beck, o amor nunca é suficiente para manter um relacionamento porque cada pessoa tem suas crenças, pensamentos e sentimentos que, caso não seja dito, continuarão escondidos das pessoas, de todas as pessoas, inclusive seu companheiro(a).
Não importa todas as dicas que você se permita dar, ou porque quer ou porque instintivamente e involuntariamente dá. Um olhar cansado, bufar, bater os pés, estralar os dedos, nada disso será efetivo. Não quer causar falsas conclusões? Diga o que quer dizer, o que sente e o que precisa. Não importa o quão bom a outra pessoa seja em leitura comportamental, psicanalise ou bruxaria. A única forma de evitar problemas é conversando, é se comunicando. Não há milagres, numa relação a poção mágica da comunicação faz qualquer árvore dar frutos.
Whatsapp e Facebook, ferramentas de aproximação, de socialização, afinal, quantos relacionamentos não são criados por ali. Mas quantos não são destruídos também. Tive um professor de informática chamado Bruno que dizia, na época do falido Orkut, "o que a vida constrói, o Orkut destrói." Cada vez mais parceiros(as) invadem celulares e contas online para bisbilhotar o que o outro faz. Certo ou errado, não importa. Há quem defenda, há quem acuse. Mas algo é uníssono, seja o que for que você encontre no celular da pessoa, isso não vai dizer o que essa pessoa é. Não com exatidão. "O que ela vai encontrar vai depender do comportamento dela. A questão é que, no final das contas ele nunca vai conseguir invadir os seus pensamentos e sentimentos, não é mesmo? E, ainda que ela possa ter um comportamento impecável online, ela ainda assim pode ter certos desejos inconfessáveis…"
Vale ressaltar algo importante sobre essa questão de invasão de privacidade, mesmo que seja do seu cônjuge, na internet ou celular. Já ouviram falar da 'Lei Carolina Dieckmann', sancionada em 3 de dezembro de 2012? Pois bem, os delitos previstos são:
1) Art. 154-A - Invasão de dispositivo informático alheio, conectado ou não à rede de computadores, mediante violação indevida de mecanismo de segurança e com o fim de obter, adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização expressa ou tácita do titular do dispositivo ou instalar vulnerabilidades para obter vantagem ilícita. Pena - detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, e multa.
2) Art. 266 - Interrupção ou perturbação de serviço telegráfico, telefônico, informático, telemático ou de informação de utilidade pública - Pena - detenção, de um a três anos, e multa.
3) Art. 298 - Falsificação de documento particular/cartão - Pena - reclusão, de um a cinco anos, e multa.
Então sabichão e sabichonas, cuidado com o que pretendem fazer. Para o bem da relação e para o seu próprio bem. Afinal, ser preso porque invadiu o celular de alguém é desnecessário, não acham?
Há muitos jeitos de contorno para o ciúme online, desde a completa evasão (excluí-se contas de facebook, twitter...), até a a criação de um perfil compartilhado,o que eu acho idiota.
De acordo com a obra de Aaron Beck, não importa quais sejam os acordos dentro do relacionamento, não importa o que foi acordado para a vida online do casal, a melhor estratégia sempre será a conversa. Não brigar, mas sim conversar. "Evidentemente, o online é uma parte (apenas uma parte) do mundo real. Não devemos entender como uma entidade separada, como uma realidade além. Por isso, a recomendação geral para o comportamento é simples: fazer online o que se faria fora do ambiente online."
Um relacionamento vai muito além do que ambos fazem na vida virtual. A seguir 7 itens importantes para se levar em consideração numa relação, segundo dr. Luiz Alberto.
Preocupar-se com a preservação da intimidade, do psique, do segredo pessoal, da vida privada, como individualidade próprias do homem não eram debatidos com afinco nos Tribunais e estudos jurídicos pelo menos até o Século XIX, sendo o Tribunal Civil do Sena, França, o primeiro órgão judicial a reconhecer a proteção da privacidade como atributo inerente ao ser humano.
O Brasil, em 1988 proveu garantias constitucionais à proteção da privacidade, estabelecendo que “são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurando o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrentes de sua violação” (art. 5º, inciso X).
A privacidade,de acordo com a Declaração Universal de Direitos do Homem e n Carta Magna de 1988, possui características como: de ser inato ao homem, indisponível, irrenunciável e imprescritível.
Privacidade, intimidade e vida privada... Quais são as suas diferenças? Vamos a Teoria das Esferas ou também conhecida como Teoria dos Círculos Concêntricos.
O que está fora do círculo, é o que encontra-se disponível tudo que está ao alcance da coletividade.
Na 'vida privada', encontra-se comportamentos e acontecimentos próprios da vida privada de um indivíduo que não se deseja que se tornem públicos, são de conhecimento do próprio indivíduo e das pessoas que convivem com o mesmo regularmente. Pode-se compreender que: "como espécie que integra o maior círculo concêntrico da privacidade, envolve os comportamentos e acontecimentos da pessoal e familiar do indivíduo que são do conhecimento do próprio indivíduo e das pessoas com quem convive regularmente."
No 'direito à intimidade' está tudo que é de conhecimento do próprio indivíduo e das pessoas cujas quais o indivíduo tem maior relação de confiança e intimidade. Pode-se compreender que:"como gênero das espécies vida privada e intimidade, consiste no direito fundamental de resguardar o indivíduo contra toda e qualquer violação da sua vida privada ou intimidade por terceiros (Estado e particulares), irradiando a presente proteção jurídica pelo ordenamento jurídico e vinculando entes públicos e privados."
Na 'intimidade genética' está tudo que é de conhecimento do próprio indivíduo e, excepcionalmente, de poucos amigos. Pode-se compreender que:"como espécie mais restrita da privacidade, consiste no pensamento, nas reflexões, nos segredos, nas angústias, nas déias, nas emoções que permeiam e pertencem ao indivíduo."
Privacidade, no cerne da palavra, sempre existiu, no entanto a partir do fim dos anos 80, privacidade tornou-se algo mais importante, valioso, virou moda, pois até então era muito comum a comunhão onde as portas não tinham trancas e todos dormiam próximos, onde os vizinhos sempre estavam um na casa do outro ou por comodismo, necessidade ou pela companhia mesmo. Hoje não é raro não conhecermos nossos vizinhos. Hoje não é raro encontrar adolescentes que se isolam fisicamente do mundo evitando contatos diretos com o exterior. Principalmente com a tecnologia, que nos a priori nos aproxima, mas na verdade, fisicamente, nos afasta. Ou você nunca viu amigos numa mesa onde todos estavam com seu celulares nas mãos conversando ou vendo fotos de terceiros que não estavam no local? Não viu? Se não estivesse olhando pro seu celular veria com certeza.
Intimidade e privacidade são conceitos individuais, quero dizer, cada um tem o seu entendimento de intimidade e privacidade. O que é individual e privado pra um não é para outro. Isso se deve "ao resultado da forma como a afetividade é estimulada, como é respeitada a sua autonomia e como a família lida com os limites do filho face aos pais e ao exterior." Não importa se o assunto é sexo ou qualquer outra coisa, cada um tem seu nível de intimidade e privacidade. Tarefa difícil é descobrir o nível do próximo. Tarefa muito mais difícil é respeitar esses limites. São muito difíceis, porém OBRIGATÓRIOS, simples assim, mesmo que não pareça.
Existem pessoas com problemas psicopatológicos e por isso tem dificuldade "na dissociação entre o ato sexual, a afetividade e a relação interpessoal. Subjacente está muitas das vezes o medo de entrega e problemas sérios de autoimagem e autoconfiança.".
Privacidade também interfere na autoestima. Por vezes, nos expomos por diversos motivos, mas também para alcançar reconhecimento social. Para pois tentar recuperar alguma autoestima perdida que com a ajuda do reconhecimento dos outros vai se reconstruindo. "Afinal, a nossa autoestima é também resultado de um processo interativo."
Não importa quem é você, de acordo com o livro Love is never enough (O amor nunca é suficiente) de Aaron Beck, o amor nunca é suficiente para manter um relacionamento porque cada pessoa tem suas crenças, pensamentos e sentimentos que, caso não seja dito, continuarão escondidos das pessoas, de todas as pessoas, inclusive seu companheiro(a).
Não importa todas as dicas que você se permita dar, ou porque quer ou porque instintivamente e involuntariamente dá. Um olhar cansado, bufar, bater os pés, estralar os dedos, nada disso será efetivo. Não quer causar falsas conclusões? Diga o que quer dizer, o que sente e o que precisa. Não importa o quão bom a outra pessoa seja em leitura comportamental, psicanalise ou bruxaria. A única forma de evitar problemas é conversando, é se comunicando. Não há milagres, numa relação a poção mágica da comunicação faz qualquer árvore dar frutos.
Whatsapp e Facebook, ferramentas de aproximação, de socialização, afinal, quantos relacionamentos não são criados por ali. Mas quantos não são destruídos também. Tive um professor de informática chamado Bruno que dizia, na época do falido Orkut, "o que a vida constrói, o Orkut destrói." Cada vez mais parceiros(as) invadem celulares e contas online para bisbilhotar o que o outro faz. Certo ou errado, não importa. Há quem defenda, há quem acuse. Mas algo é uníssono, seja o que for que você encontre no celular da pessoa, isso não vai dizer o que essa pessoa é. Não com exatidão. "O que ela vai encontrar vai depender do comportamento dela. A questão é que, no final das contas ele nunca vai conseguir invadir os seus pensamentos e sentimentos, não é mesmo? E, ainda que ela possa ter um comportamento impecável online, ela ainda assim pode ter certos desejos inconfessáveis…"
Vale ressaltar algo importante sobre essa questão de invasão de privacidade, mesmo que seja do seu cônjuge, na internet ou celular. Já ouviram falar da 'Lei Carolina Dieckmann', sancionada em 3 de dezembro de 2012? Pois bem, os delitos previstos são:
1) Art. 154-A - Invasão de dispositivo informático alheio, conectado ou não à rede de computadores, mediante violação indevida de mecanismo de segurança e com o fim de obter, adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização expressa ou tácita do titular do dispositivo ou instalar vulnerabilidades para obter vantagem ilícita. Pena - detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, e multa.
2) Art. 266 - Interrupção ou perturbação de serviço telegráfico, telefônico, informático, telemático ou de informação de utilidade pública - Pena - detenção, de um a três anos, e multa.
3) Art. 298 - Falsificação de documento particular/cartão - Pena - reclusão, de um a cinco anos, e multa.
Então sabichão e sabichonas, cuidado com o que pretendem fazer. Para o bem da relação e para o seu próprio bem. Afinal, ser preso porque invadiu o celular de alguém é desnecessário, não acham?
Há muitos jeitos de contorno para o ciúme online, desde a completa evasão (excluí-se contas de facebook, twitter...), até a a criação de um perfil compartilhado,
De acordo com a obra de Aaron Beck, não importa quais sejam os acordos dentro do relacionamento, não importa o que foi acordado para a vida online do casal, a melhor estratégia sempre será a conversa. Não brigar, mas sim conversar. "Evidentemente, o online é uma parte (apenas uma parte) do mundo real. Não devemos entender como uma entidade separada, como uma realidade além. Por isso, a recomendação geral para o comportamento é simples: fazer online o que se faria fora do ambiente online."
Um relacionamento vai muito além do que ambos fazem na vida virtual. A seguir 7 itens importantes para se levar em consideração numa relação, segundo dr. Luiz Alberto.
1) Esperar do outro o que ele não pode dar. A responsabilidade de ser feliz é de cada um.
Isso é tão óbvio que não precisaria ser dito. Esperar em outrem o que ela não pode dar causa dois estresses. Na pessoa que cobra e não recebe. E na pessoa que é cobrada e não tem condições de prover.
2) Não pedir desculpas. É preciso manter a conexão emocional e a empatia com o(a) parceiro(a).
Quem conhece alguma história onde o orgulho tenha levado alguém à algum lugar? Todo mundo erra, então, por que não reconhecer isso? Quando errar, peça desculpas.
Adendo: Quando sua parceira vier te pedir desculpas, aceite e não fique usando esse fato como coringa pra qualquer discussão. Houve o erro, houve o pedido de desculpas, sentemos e vejamos tudo que pode ser feito pra que isso não aconteça. Foi feito? Bola pra frente. Valeu?
3) Não se comunicar. Combine uma conversa periódica para dar espaço a comunicação do que se sente falta no relacionamento.
Minha ex namorada dizia algo sensato, "Combinado não sai caro!". É verdade, é primordial que numa relação haja comunicação, sem segredos, todo mundo coloca tudo na mesa e se adaptam mediante a necessidade de cada um. Com a tecnologia separando as pessoas, é muito importante a comunicação face a face. O psicólogo propõe uma solução simples, combinar uma conversa periodicamente.
4) Zombar do parceiro e fazer comparações com outras pessoas em público é um dos deslizes.
Delicada questão. Brincar é importante, mas brincar e zombar são coisas diferentes. Comparar sua parceira com outras pessoas, principalmente em público é perigosíssimo. Um dia, quando cometi esse erro, ouvi categoricamente "Vai lá ficar com ela então!". Pus meu rabinho entre as pernas e torci pro assunto acabar.
5) Antipatizar, fazer intrigas ou falar mal de parentes e amigos do cônjuge. "Tem que ser agregador nas relações familiares e sociais."
Um relacionamento já tem problemas demais pra você ficar arrumando briga com sua parceira por causa de amigos e familiares. Você pode até não gostar de A ou B, mas trate com educação. Passei por isso e sei do que estou falando. Educação não quer dizer que você é amiga da pessoa, quer dizer que você é educado. As vezes é inevitável, eu sei, mas se puder, evite.
6) Atribuir intenções negativas ao outro torna a comunicação destrutiva. Sem atacar o companheiro, o ideal é ser claro e objetivo em relação ao que incomoda.
Sem agredir. Seja claro no que você precisa e no que te incomoda.
7) Adotar uma postura passiva-agressiva. Não seja frio e distante, há modos de ficar quieto e esperar a tempestade passar sem se fechar. Entenda a situação.
Entender a situação é primordial. Não tem como ser mais claro que isso.
O psicólogo diz: "Nossos avós não eram mais felizes do que nós, apenas eram mais satisfeitos com o modo que viviam." "Diferentemente das uniões do século 20, em que as pessoas se conformavam com seus status, no casamento contemporâneo as pessoas se incomodam mais e precisam aprender a negociar com suas diferenças". Hoje as pessoas estão mais duras, pouco adaptáveis uns ao outros, São rígidas e exigentes. Por sermos mais exigentes, não nos satisfazemos com facilidade. Antigamente as uniões eram mais estáveis porque as pessoas não eram exigentes como somos, porém também não havia "grandes número de opções". Entendamos. antigamente as pessoas no total de sua vida conhecia quantas pessoas? Em seu bairro tinham quantas pessoas? Hoje, com a tecnologia aproximando quem ta longe e afastando quem tá perto, em um clique você pode falar com 500, 1000, 2000, 5000 pessoas de qualquer lugar do planeta que tenha internet. Há mais opções. Uma ex namorada minha chegou a noivar com um cara que morava em João Pessoa. Aqui no trabalho um conhecido casou com uma mulher de SP (Ok, não durou uma semana) mas ela já estava grávida dele e efetivamente eles casaram - e só separaram porque a mulher não "aguentou a pressão" de morar numa favela do Rio.
Na Bíblia, principalmente, a ideia de casal, de um relacionamento feliz, compreende o conceito de unidade, ou seja, quando há uma união, ambos tornam-se um só. O que acontece com um interfere no outro e vice e versa, sendo assim impossível desmembrar ou dissociar um do outro. Na Bíblia há passagens que ratificam a ideia de unidade.
“Igualmente vós, maridos, vivei com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais frágil, e como sendo elas herdeiras convosco da graça da vida, para que não sejam impedidas as vossas orações”. (1 Pedro 3.7)
A Bíblia nos mostra que num relacionamento é indispensável que haja acordo. Num relacionamento sem concordância, onde não há acordo, é uma porta aberta para a entrada de todo e qualquer tipo de confusão e problemas.
“Como andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?” (Amós 3.3)
“Pois onde há inveja e sentimento faccioso, aí há confusão e toda espécie de coisas ruins”. (Tiago 3.16)
Sendo unidade e havendo cumplicidade e acordo, o casal deve decidir tudo junto. Lembremos, o que ocorre com um interfere no outro e vice versa. Porém não é simples. Decidir algo compreende a ampla troca e ideias e isso nem sempre se faz de maneira saudável. Precisamos dar a nossa opinião, ouvir a da parceira e mediante aos argumentos dados chegar a uma decisão. Tudo isso deve ser feito conversando e não brigando. Conversar não é gritar, brigar, xingar, agredir... É ter calma para ouvir todos os argumentos e serenidade para falar.
“Responder antes de ouvir é estultícia e vergonha” (Pv 18.13).
“Sabeis estas coisas, meus amados irmãos. Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar”. (Tiago 1.19)
Por mais que digam que a mulher deva ser submissa ao seu marido, por mais que na Bíblia o marido seja chamado de o cabeça (Ef.5.22-24), a mulher deve sim opinar e ambos decidir o que é melhor. Na própria Bíblia há amostras disso quando o Senhor diz a Abraão: "Ouve Sara, tua mulher, em tudo o que ela te disser". (Gn. 21.12). Na Bíblia há a questão de liderança do marido, que não deve ser confundido com autoritarismo. Em outras palavras, pelo que entendi, numa relação é o homem quem dá a posição final, mas em acordo com sua esposa. Exemplo bobo, o casal junta um dinheiro, o homem quer trocar de carro e a mulher reformar a casa. Após dialogarem ambos chegam a uma conclusão. Seja ela qual for. O homem dirá "Vamos reformar a casa!" ou "Vamos trocar de carro!", pois assim foi acordado em amplo diálogo e decidiu-se assim fazer. Agora ambos irão novamente juntos escolher o novo carro ou resolver como será feita a reforma da casa. Sempre a decisão será em comunhão. Ambos decidiram que algo deve ser feito. O homem bateu o martelo, mas o juri foi composto por ambos e acerca do veredito todos estão de acordo. Lembrando que a função da mulher não está e não pode ficar limitado à atividades domésticas. Já foi tempo que isso era verdade. Hoje, todas as atividades e decisões precisam ser dividas e em comunhão, respectivamente.
E quando acontece o desentendimento? Não importa como é o seu relacionamento, há momentos que o desentendimento é inevitável. O que fazer? Resolvê-los o mais rápido possível. "Paulo aconselhou os irmãos de Éfeso a que não deixassem o sol se pôr sobre sua ira (Ef 4.26-27)."
Numa relação, preservar a unidade é manutenir de forma eficaz os desentendimentos e deslizes. O tempo não apaga os erros nem as ofensas. Esquecer, só com amnésia. No entanto a reconciliação é necessária. “Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando, faze a tua oferta”. (Mateus 5.23,24)
Isso é tão óbvio que não precisaria ser dito. Esperar em outrem o que ela não pode dar causa dois estresses. Na pessoa que cobra e não recebe. E na pessoa que é cobrada e não tem condições de prover.
2) Não pedir desculpas. É preciso manter a conexão emocional e a empatia com o(a) parceiro(a).
Quem conhece alguma história onde o orgulho tenha levado alguém à algum lugar? Todo mundo erra, então, por que não reconhecer isso? Quando errar, peça desculpas.
Adendo: Quando sua parceira vier te pedir desculpas, aceite e não fique usando esse fato como coringa pra qualquer discussão. Houve o erro, houve o pedido de desculpas, sentemos e vejamos tudo que pode ser feito pra que isso não aconteça. Foi feito? Bola pra frente. Valeu?
3) Não se comunicar. Combine uma conversa periódica para dar espaço a comunicação do que se sente falta no relacionamento.
Minha ex namorada dizia algo sensato, "Combinado não sai caro!". É verdade, é primordial que numa relação haja comunicação, sem segredos, todo mundo coloca tudo na mesa e se adaptam mediante a necessidade de cada um. Com a tecnologia separando as pessoas, é muito importante a comunicação face a face. O psicólogo propõe uma solução simples, combinar uma conversa periodicamente.
4) Zombar do parceiro e fazer comparações com outras pessoas em público é um dos deslizes.
Delicada questão. Brincar é importante, mas brincar e zombar são coisas diferentes. Comparar sua parceira com outras pessoas, principalmente em público é perigosíssimo. Um dia, quando cometi esse erro, ouvi categoricamente "Vai lá ficar com ela então!". Pus meu rabinho entre as pernas e torci pro assunto acabar.
5) Antipatizar, fazer intrigas ou falar mal de parentes e amigos do cônjuge. "Tem que ser agregador nas relações familiares e sociais."
Um relacionamento já tem problemas demais pra você ficar arrumando briga com sua parceira por causa de amigos e familiares. Você pode até não gostar de A ou B, mas trate com educação. Passei por isso e sei do que estou falando. Educação não quer dizer que você é amiga da pessoa, quer dizer que você é educado. As vezes é inevitável, eu sei, mas se puder, evite.
6) Atribuir intenções negativas ao outro torna a comunicação destrutiva. Sem atacar o companheiro, o ideal é ser claro e objetivo em relação ao que incomoda.
Sem agredir. Seja claro no que você precisa e no que te incomoda.
7) Adotar uma postura passiva-agressiva. Não seja frio e distante, há modos de ficar quieto e esperar a tempestade passar sem se fechar. Entenda a situação.
Entender a situação é primordial. Não tem como ser mais claro que isso.
O psicólogo diz: "Nossos avós não eram mais felizes do que nós, apenas eram mais satisfeitos com o modo que viviam." "Diferentemente das uniões do século 20, em que as pessoas se conformavam com seus status, no casamento contemporâneo as pessoas se incomodam mais e precisam aprender a negociar com suas diferenças". Hoje as pessoas estão mais duras, pouco adaptáveis uns ao outros, São rígidas e exigentes. Por sermos mais exigentes, não nos satisfazemos com facilidade. Antigamente as uniões eram mais estáveis porque as pessoas não eram exigentes como somos, porém também não havia "grandes número de opções". Entendamos. antigamente as pessoas no total de sua vida conhecia quantas pessoas? Em seu bairro tinham quantas pessoas? Hoje, com a tecnologia aproximando quem ta longe e afastando quem tá perto, em um clique você pode falar com 500, 1000, 2000, 5000 pessoas de qualquer lugar do planeta que tenha internet. Há mais opções. Uma ex namorada minha chegou a noivar com um cara que morava em João Pessoa. Aqui no trabalho um conhecido casou com uma mulher de SP (Ok, não durou uma semana) mas ela já estava grávida dele e efetivamente eles casaram - e só separaram porque a mulher não "aguentou a pressão" de morar numa favela do Rio.
Na Bíblia, principalmente, a ideia de casal, de um relacionamento feliz, compreende o conceito de unidade, ou seja, quando há uma união, ambos tornam-se um só. O que acontece com um interfere no outro e vice e versa, sendo assim impossível desmembrar ou dissociar um do outro. Na Bíblia há passagens que ratificam a ideia de unidade.
“Igualmente vós, maridos, vivei com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais frágil, e como sendo elas herdeiras convosco da graça da vida, para que não sejam impedidas as vossas orações”. (1 Pedro 3.7)
A Bíblia nos mostra que num relacionamento é indispensável que haja acordo. Num relacionamento sem concordância, onde não há acordo, é uma porta aberta para a entrada de todo e qualquer tipo de confusão e problemas.
“Como andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?” (Amós 3.3)
“Pois onde há inveja e sentimento faccioso, aí há confusão e toda espécie de coisas ruins”. (Tiago 3.16)
Sendo unidade e havendo cumplicidade e acordo, o casal deve decidir tudo junto. Lembremos, o que ocorre com um interfere no outro e vice versa. Porém não é simples. Decidir algo compreende a ampla troca e ideias e isso nem sempre se faz de maneira saudável. Precisamos dar a nossa opinião, ouvir a da parceira e mediante aos argumentos dados chegar a uma decisão. Tudo isso deve ser feito conversando e não brigando. Conversar não é gritar, brigar, xingar, agredir... É ter calma para ouvir todos os argumentos e serenidade para falar.
“Responder antes de ouvir é estultícia e vergonha” (Pv 18.13).
“Sabeis estas coisas, meus amados irmãos. Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar”. (Tiago 1.19)
Por mais que digam que a mulher deva ser submissa ao seu marido, por mais que na Bíblia o marido seja chamado de o cabeça (Ef.5.22-24), a mulher deve sim opinar e ambos decidir o que é melhor. Na própria Bíblia há amostras disso quando o Senhor diz a Abraão: "Ouve Sara, tua mulher, em tudo o que ela te disser". (Gn. 21.12). Na Bíblia há a questão de liderança do marido, que não deve ser confundido com autoritarismo. Em outras palavras, pelo que entendi, numa relação é o homem quem dá a posição final, mas em acordo com sua esposa. Exemplo bobo, o casal junta um dinheiro, o homem quer trocar de carro e a mulher reformar a casa. Após dialogarem ambos chegam a uma conclusão. Seja ela qual for. O homem dirá "Vamos reformar a casa!" ou "Vamos trocar de carro!", pois assim foi acordado em amplo diálogo e decidiu-se assim fazer. Agora ambos irão novamente juntos escolher o novo carro ou resolver como será feita a reforma da casa. Sempre a decisão será em comunhão. Ambos decidiram que algo deve ser feito. O homem bateu o martelo, mas o juri foi composto por ambos e acerca do veredito todos estão de acordo. Lembrando que a função da mulher não está e não pode ficar limitado à atividades domésticas. Já foi tempo que isso era verdade. Hoje, todas as atividades e decisões precisam ser dividas e em comunhão, respectivamente.
E quando acontece o desentendimento? Não importa como é o seu relacionamento, há momentos que o desentendimento é inevitável. O que fazer? Resolvê-los o mais rápido possível. "Paulo aconselhou os irmãos de Éfeso a que não deixassem o sol se pôr sobre sua ira (Ef 4.26-27)."
Numa relação, preservar a unidade é manutenir de forma eficaz os desentendimentos e deslizes. O tempo não apaga os erros nem as ofensas. Esquecer, só com amnésia. No entanto a reconciliação é necessária. “Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando, faze a tua oferta”. (Mateus 5.23,24)
Resolver ou manutenir os desentendimentos não é deixar pra lá, longe disso. Há uma sequência de "atos reparatórios" que devem ser efetivamente realizados. "Deve haver pedido de desculpas, de perdão. Deve se conversar sobre o que aconteceu (o quê machucou o íntimo de cada um e porquê machucou)." Todo sentimento maligno precisa ser extirpado da relação. "Toda a amargura, e ira, e cólera, e gritaria, e blasfêmia e toda a malícia sejam tiradas dentre vós, Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo. (Ef 4.31-32). Durante a conversa nada de gritos, ofensas, grosserias nem agressões.
“A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira”. (Provérbios 15.1)
“A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para saberdes como deveis responder a cada um”. (Colossenses 4.6)
“Maridos, amai a vossas esposas, e não as trateis com aspereza”. (Colossenses 3.19)
“Igualmente vós, maridos, vivei com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais frágil, e como sendo elas herdeiras convosco da graça da vida, para que não sejam impedidas as vossas orações”. (1 Pedro 3.7)
É muito importante que ambos estejam em casa com amor. Já vi casais onde os mesmos arrumavam compromissos na rua, hora extra no trabalho, simplesmente para não chegar em casa e ter outra discussão. Precisamos aprender a cultivar a unidade na relação. Tornar prazeroso e afetuoso. Tornar a casa agradável à ambos. Desentendimentos vão ocorrer, é natural, mas vai depender mais das atitudes frente aos desentendimentos do que o motivo do desentendimento em si. Em outras palavras, o que vai garantir a unidade do casal é a metodologia e o resultado de cada desentendimento. Há o deslize, o desentendimento. Há o pedido de desculpas, o perdão, a conversa, o entendimento e principalmente o aprendizado. Afinal, não adianta sempre pedir desculpas, ser perdoado, conversar, entender e não aprender e acabar incorrendo no mesmo erro sempre. Isso desgasta a relação Outro exemplo bobo: O marido sempre deixa a toalha molhada em cima da cama. A mulher reclama, ele tira. Mas ele sempre esquece e coloca de novo. Eles brigam, ele tira. E continua esquecendo... Uma hora isso não vai ter volta. "Errar é humano, mas persistir no erro é burrice!". Você pode ter tudo em casa, ter todo dinheiro do mundo, morar numa casa belíssima, mas se não tiver amor e paz no seu lar, de nada adiantaria.
“Melhor é um prato de hortaliça, onde há amor, do que o boi cevado e com ele o ódio”. (Provérbios 15.17)
“Melhor é um bocado seco, e tranqüilidade, do que a casa farta de carnes, e contenda”. (Provérbios 17.1)
“Melhor é morar no canto do eirado do que junto com a mulher rixosa na mesma casa”. (Provérbios 21.9)
Cumplicidade, União, Diálogo, Respeito e Amor. Independente dos seus acordos dentro da relação, estes são os pilares que irão colapsar o seu relacionamento entre dar frutos ou falir.
“A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira”. (Provérbios 15.1)
“A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para saberdes como deveis responder a cada um”. (Colossenses 4.6)
“Maridos, amai a vossas esposas, e não as trateis com aspereza”. (Colossenses 3.19)
“Igualmente vós, maridos, vivei com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais frágil, e como sendo elas herdeiras convosco da graça da vida, para que não sejam impedidas as vossas orações”. (1 Pedro 3.7)
É muito importante que ambos estejam em casa com amor. Já vi casais onde os mesmos arrumavam compromissos na rua, hora extra no trabalho, simplesmente para não chegar em casa e ter outra discussão. Precisamos aprender a cultivar a unidade na relação. Tornar prazeroso e afetuoso. Tornar a casa agradável à ambos. Desentendimentos vão ocorrer, é natural, mas vai depender mais das atitudes frente aos desentendimentos do que o motivo do desentendimento em si. Em outras palavras, o que vai garantir a unidade do casal é a metodologia e o resultado de cada desentendimento. Há o deslize, o desentendimento. Há o pedido de desculpas, o perdão, a conversa, o entendimento e principalmente o aprendizado. Afinal, não adianta sempre pedir desculpas, ser perdoado, conversar, entender e não aprender e acabar incorrendo no mesmo erro sempre. Isso desgasta a relação Outro exemplo bobo: O marido sempre deixa a toalha molhada em cima da cama. A mulher reclama, ele tira. Mas ele sempre esquece e coloca de novo. Eles brigam, ele tira. E continua esquecendo... Uma hora isso não vai ter volta. "Errar é humano, mas persistir no erro é burrice!". Você pode ter tudo em casa, ter todo dinheiro do mundo, morar numa casa belíssima, mas se não tiver amor e paz no seu lar, de nada adiantaria.
“Melhor é um prato de hortaliça, onde há amor, do que o boi cevado e com ele o ódio”. (Provérbios 15.17)
“Melhor é um bocado seco, e tranqüilidade, do que a casa farta de carnes, e contenda”. (Provérbios 17.1)
“Melhor é morar no canto do eirado do que junto com a mulher rixosa na mesma casa”. (Provérbios 21.9)
Cumplicidade, União, Diálogo, Respeito e Amor. Independente dos seus acordos dentro da relação, estes são os pilares que irão colapsar o seu relacionamento entre dar frutos ou falir.
Referências Bibliográficas:

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