“Sem amor eu nada seria” (texto de 2007)
Às vezes olho para as estrelas procurando por algum traço seu, mas não a vejo em lugar algum. Pergunto-me porque te escondes de mim? Queria dizer-te que amo, que pertences a mim, mesmo sabendo que é uma pequena mentira. Só podia ser assim, com seu coração blindado diz estar protegendo-se de tudo que há no mundo. Grande mentira, pois na verdade estás fugindo de si próprio. Sabes que neste coração blindado a gelo e trevas há, ainda, um ponto de luz e calor. Calor este que pede passagem e você teimosamente continua escondendo-se neste mar de trevas. Esquece-se que a blindagem que o protege, também o destrói. Ninguém vive só de trevas. O ódio não alimenta, corrói apenas.
Um dia Renato Russo, parafraseando um grande homem disse: “Sem amor eu nada seria”. Gabriel o Pensador foi mais longe ao dizer: “Sem amor eu nada seria, ainda que eu falasse a língua de todas etnias, de todas as falanges e facções, ainda que eu gritasse o grito de todas legiões”.
Na minha opinião essas são apenas duas das muitas formas de dizer que a vida sem amor é estar “bebendo” água em estado gasoso, é ilusório, uma imbecilidade.
Você pode esquecer tudo que acima foi escrito apenas peço que reflita no que adiante será escrito.
A vida também é amar;
Não amar é semelhante à não viver;
Viver sem amor é apenas vegetar;
Esperar o tempo passar;
A morte chegar.
Você não sabe porque nasceu;
E não escolhe, a priori, o dia da morte;
Ou seja, como diz uma canção:
Nilber Costa, 17/01/2007, ás 21:45
Lembro de quando escrevi esse texto... :(
Acho que de alguma forma eu mereço tudo que sou...
See ya!!!!
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