Toque.

-Vamos amor! Vamos chegar atrasados! (EU)
- Calma! Já vou!. A hora que chegarmos está bem chegado. (VOCÊ)
- Pow! Você me conhece! Sabe que ...
Sou interrompido pela visão.
- Uau! Você tá linda!
Você sorri.
- Viu? Custa esperar?
Saímos de casa.
- Pow. Chegar em casa vou tomar um vinho!
- Por que esse desespero?
- Não queria ir de carro pra poder beber tranquilo. Mas você me convenceu a ir de carro...
- Calma, na volta eu bebo com você. Vou agir assim, vou pegar leve, só pra poder beber com você em casa. Que tal?
- Você sabe me enrolar!
Ambos rimos.
O lugar é longe demais. Mas é um salão imenso. Atrás do salão há um campo imenso onde os carros são estacionados. É mal iluminado, mas é grande.
Entramos. Pegamos uma mesa afastada. Lá no canto. A festa está linda. Todo mundo muito bem arrumado. Mas que todas me perdoem, a mais linda estava ao meu lado.
Toda hora que o garçom passava você me olhava e ria. Eu estava furioso. Você se encosta mais.
- Ah! Não fica assim. Você fica lindo com essa cara de mau.
- Você tá me zoando, mas você me faz bem. Então pode.
Nesse momento eu repouso minha mão na sua coxa. O lençol da mesa nos protege. Você fica linda com esse vestido. Essa fenda me fascina.
Vou subindo minha mão, sentindo cada centímetro do seu corpo.  Continuo subindo... Tocar-te é uma das coisas que mais gosto de fazer. E você sabe disso. Devagar, com carinho, vou te tocando. Você aperta meu braço com as duas mãos. Esconde o rosto no meu ombro enquanto mordiscava os lábios.
Quando alguém passava um pouco mais perto eu a tocava com mais vontade. Você se acanha e me arranha os braços.
Quando você me puxa pelos braços.
- Vamos ali, agora!
Encostamos num carro.
Subo uma perna sua, seu vestido.
Você abre minha calça.
Eu, lambendo seu pescoço vou descendo até tirar sua calcinha.
Ao subir, te chupo. Rapidamente. Só pra sentir o gosto. Você me aperta.
Sem pensar eu te introduzo, olhando pro lado coloco a mão na sua boca.
- Seu gemido quase chamou o guarda florestal.
- Aqui nem deve ter um.
- Que bom, porque se tivesse o teria chamado a atenção.
Estávamos ali, em pé mesmo, do jeito que dava. Gostoso demais. O tesão é iminente. Química pura.
Então o alarme do carro dispara!
- Eita! Esse não é o nosso carro.
Então disfarçando, saímos de lá rapidamente, do jeito que dava e voltamos pra mesa.
- Ufa, ninguém nos pegou.
- Bom, se alguém viu, filmou e amanhã "tâmo na net"!
- Não brinca com coisa séria.
Nesse momento rimos, de nervoso e alívio.
Eu te beijo e coloco a mão na sua bunda.
- Amor, cadê sua calcinha?
Você passa a mão em mim, me apertando, guiando sua mão até o meu bolso.
- Você abusa de mim.
Você olha pra mim, sorri e mexe no cabelo.
- Ah! Foda-se a festa.
Sem ao menos despedirmos de alguém na festa, pegamos o carro e saímos.
- Amor, não conheço esse lugar. Procura na internet um lugar pra nós.
- Ah! Sim, lógico!
Nessa hora você abre minhas calças e começa a me tocar.
- Amor! Eu vou bater ou me perder... Pega o celular!
- Lógico, calma ai!
Agora você começa a me chupar.
Não sofrer um acidente foi um milagre. Não é fácil dirigir onde não se conhece.
Principalmente com a mulher que eu mais desejo está me chupando.
Principalmente quando minha mão direita está na bunda dessa mulher e minha mão esquerda está com o celular na mão e guiando o volante, na tentativa mais frustrada de pesquisar algum motel, hotel, casa na árvore ou qualquer outro lugar na internet.
- Amor, pare! Encontrei um lugar e você não vai querer entrar no motel assim!              
- Hum... ta bom...!!!! (Feliz e contrariada)
Levantou minha sunga, mas não fechou as minhas calças...                      
Fiquei constrangido. Pedir um quarto enquanto você massageava meu pau foi excitante e estranho. Nunca imaginaria.                    
Atendente constrangida e você sorria. Como se tivesse orgulho de estar me segurando por ali. Feliz por saber que sou seu.
Ao entrar no quarto, te beijo e digo que quero tomar um banho.
Você? Entra junto comigo no banheiro... Nem nos despimos.
Estamos molhados, no chuveiro, de roupa.
- Ok, como vamos embora?
- Ok, não quero saber. Nem quero ir embora!
A gente começa ali mesmo. Coloco-te no colo, encostada com as costas na parede sem rodeios eu te introduzo, com força, aproveitando a gravidade e nessa hora você geme, alto. Agora podemos. Sem censura.
- Vamos pra cama.
Falo baixinho no seu ouvido enquanto você tenta me dizer algo. Acho que era "Sim".
Na cama você fica por cima.
Em cima de mim, pega a bolsa e de dentro tira uma garrafa de espumante.
- Mas como?
- Tinha muitas lá. Não sentirão falta.
- Tah, mas como? Quando?
Nessa hora você me cala com sua língua.
- Amor, abra!
Aproveito o deslize pra ficar por cima.
Eu te dou um banho de espumante. Te molhando com o espumante e com minha língua.
Você, bebe da minha boca. Sente o espumante com meu gosto. Gosta do que sente.
Eu continuo a te lamber, mordisco sua orelha, de leve, lambendo seu pescoço enquanto você me agarra pelos cabelos. Desço mais um pouco.
Brinco com seus seios. Fico passando a barba, a língua, com a boca cheia de espumante. Misturo seu gosto ao do espumante. Seus seios são lindos. Não consigo parar. Mas vou descendo, lambendo sua barriga e descendo...
Quando estou quase lá eu desço para os seus pés... Vou beijando e subindo... Beijos suas coxas... Vou chegando cada vez mais perto. Eu? Estava salivando... Sedento pelo seu gosto. Vou devagar, pelos cantos, aproveitando-me de ti por inteira. Posiciono-me entre suas coxas e me sacio de você. Chupar-te é delicioso. Seu gosto é único. Fico ali por um bom tempo.
Enquanto te toco e te chupo você me puxa os cabelos. Parece implorar. Eu não aguento mais. Preciso te sentir... por dentro... Em cima de ti vou te lambendo e beijando. Começo devagar e simplesmente introduzo com tudo. Você grita prazer. Você me sente por inteiro.
Paramos por um instante, vamos ao frigobar.
- Olha, tem vinho!
Quando você se agacha pra ver o vinho eu me aproveito e te pego assim, te jogo na mesa... te puxo os cabelos e continuo ali... Eu to delirando, mas preciso me aguentar mais um pouco. Quase quebramos a mesa, mas enquanto te puxo os cabelos e bato na sua bunda, quebra-se um copo.
- Vamos voltar pra cama! 
Achei prudente, sem mais acidentes.
Você me empurra na cama e sobe em cima de mim. Sua dança é hipnotizante. Você rebola magistralmente.
A gente em comunhão, até a respiração era conjunta.
- Preciso gozar na sua boca.
- Seu desejo é uma ordem, mi Lord. 
E eu te olhando enquanto você me desarma com seus movimentos. Suas pernas tremem. Que bom, não são apenas as minhas que não obedecem mais. Você aproxima seu rosto do meu, te seguro com força. Bato na sua cara e você pede mais. Tapa na cara, na bunda... Você me arranha... Muitos e infinitos beijos.
- Amor, eu preciso.
Nesse momento você começa a me chupar enquanto aperta minhas coxas. Não para de me olhar. Parece gozar ainda mais com meu desespero. Não estava me aguentando. Você me encara me desafiando e me implorando. Você quer meu gosto. Até que... até a última gota.

Você deita próxima a mim, nos beijamos muito. Ofegantes. Extasiados. Felizes.

Estamos deitados, fazendo carinho, bebendo vinho quando dou um pulo da cama.
- Vai aonde amor?
No banheiro nossas roupas no box, encharcadas. A gente começa a rir.
Enquanto você pega as roupas e tenta colocar e pendura no box pra tentar secar eu pego o telefone.
- Boa noite! Quero estender o horário (...) sim (...) pelo menos mais 12hrs. Alias... Dê-me a diária.
Você ouve-me ao telefone e vem correndo, me abraça e me beija. Ficou feliz com o que ouviu.
Enquanto isso no banheiro outro barulho. As roupas no box, no chão, de novo.
Olhamo-nos e começamos a rir.
É muito bom estar com você e por isso quero passar o restante dos dias assim. Com você.

See ya!!!!

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